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Sete escritores internacionalmente conhecidos enviaram carta a Conselho de Segurança, instando-o a aprovar uma resolução condenando a Síria pela violenta repressão de seus cidadãos.
« Salvem os Sírios ! »
Umberto Eco, David Grossman, Bernard-Henri Lévy, Amos Oz, Orhan Pamuk, Salman Rushdie, Wole
Soyinka, enviam carta aberta ao Conselho de Segurança da ONU (incluindo o Brasil) :
Caros Embaixadores,
Estamos chamando a sua atenção para a dramática situação na Síria e para a proposta Resolução do Conselho de
Segurança com respeito àquele país.
Estamos bem a par da situação na Síria, que foi submetida à sua atenção.
Cidades inteiras como Deraa, Homs, Lattaquié, Kamchli, Banyas, cujos nomes se tornaram familiares para todos nós, foram cortadas do mundo, privadas de eletricidade e comunicações telefônicas. Estas cidades são patrulhadas por tanques nas ruas e por helicópteros no ar, que atiram nas multidões, alvejam pessoas desde os telhados. Milícias irrompem em lares, um a um, sequestrando homens de quinze a oitenta anos.
Os Senhores certamente sabem os nomes dessas prisões, onde eles estão sendo detidos: Tadmor (Palmira); Palestina, Adra, Douma (Damasco) ; Sied Naya - o inferno na Síria.
Os Senhores devem saber das torturas que esses milhares de homens sofrem. Os Senhores quase certamente sabem, e ficam chocados ao saber, de como estudantes, democratas e cidadãos comuns são tratados, por todo o país. Pessoas que pedem pacificamente a dignidade e liberdade que jamais tiveram, ao preço de milhares de prisões e centenas de mortes.
A Síria do clã El-Assad é uma ditadura passada de pai para filho por mais de quarenta anos e que, com total
impunidade, instilou medo no próprio coração de cada cidadão, usando meios bárbaros e pisoteando toda e qualquer lei humana. Milhões de cidadãos indefesos foram forçados à rebelião. Esta gente amigável e hospitaleira foi empurrada até seu limite e, com mãos nuas enfrentaram uma máquina de guerra, sabendo do alto preço que pagaria.
Nos últimos meses, as manifestações em Deraa, Homs, Kamchli, Banyas e Lattaquié acabaram em massacres pelo exército, milícias e serviço secreto. Entretanto, desconsiderando o terror e com grande coragem, os manifestantes, após enterrar seus mortos, recomeçam no dia seguinte. Isto é admirável. Isto é monstruoso. Isto acontece por trás de portas fechadas, dentro de fronteiras seladas. Organizações humanitárias e imprensa internacional são banidas - « Silêncio ! Estamos atirando ! »
Os Senhores e Senhoras Embaixadores conhecem, mais do que ninguém, da situação. E neste mesmo momento precisam tomar decisões. Na verdade, a comunidade internacional já começou a agir.
Alemanha, Reino Unido, França e Portugal propuseram uma Resolução condenando esta repressão, a qual deve ser submetida ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, da qual suas quinze nações são atuais membros.
O resultado desta Resolução está nas suas mãos. Ela qualifica a repressão na Síria como ‘Crime Contra a Humanidade’. Não propõe sanções contra a Síria nem intervenção militar. Limita-se a condenar a repressão, abrindo caminho para investigações. Embora limitada, esta Resolução é necessária.
Senhores e Senhoras Embaixadores, pelo povo maltratado da Síria e pela sua luta pacífica pela liberdade, é essencial que aprovem esta Resolução.
Com a presente e unânime pressão internacional e o apoio do Conselho de Segurança, o governo sírio pode acabar cessando os massacres que impõe diariamente sobre seu povo, por todo o país, com total impunidade.
A opinião pública internacional, acima e além de sua diversidade, finalmente seria ouvida. Enviando uma mensagem ao mundo todo, proporcionando imenso conforto ao povo sírio, confirmando a influência moral do Conselho de Segurança e de cada um de seus países membros, todos tornando-se defensores da consciência universal !
Esperamos, fortemente, que a Resolução proposta seja submetida a exame e voto pelo Conselho de Segurança. É
sumamente imperativo obter, desde já, o maiso esforço pelos Senhores e Senhoras Embaixadores no Conselho de Segurança.
Seria trágico – e moralmente inaceitável – que, em função da ameaça de um eventual veto ou ocasional abstenção, esta proposta de Resolução abstenção não fosse examinada pela sua consciência e acabasse na gaveta do abandono.
Mui sinceramente,
Assinam :
Umberto Eco
David Grossman
Bernard-Henri Lévy
Amos Oz
Orhan Pamuk
Salman Rushdie
Wole Soyinka
Enviado para :
Peter Wittig (Alemanha)
Hardeep Singh Puri (India)
Nestor Osorio (Colombia)
Jose Filipe Moraes Cabral (Portugal)
Baso Sangpu (África do Sul)
Ivan Barbalic (Bosnia e Herzegovina)
Maria Luiza Ribeiro Viotti (Brasil)
Denis Dangue Rewaka (Gabão)
Nawaf Salam (Líbano)
Joy Ogwu (Nigéria)
Baodong Li (China)
Susan Rice (Estados Unidos da América)
Gérard Araud (França)
Mark Lyall Grant (Grã Bretanha)
Vitaly Churkin (Rússia)
(Com cópia para o Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidos)
[ fonte: La Regle du Jeu 22|06|12 | apoio e tradução dos Amigos Brasileiros do PAZ AGORA - www.pazagora.org ]
Bispo Williamson é condenado a pagar multa por negar o Holocausto
Em um processo de apelação, o Tribunal Regional de Regensburg, no sul da Alemanha, condenou à revelia nesta segunda-feira (11/07) o bispo católico britânico Richard Williamson por sedição (incitação à revolta). Após ter negado o Holocausto, a multa que o religioso de 71 anos de idade precisará pagar foi reduzida de 10 mil para 6.500 euros. A defesa de Williamson declarou sua inocência e disse que irá recorrer da sentença.
Em uma entrevista para a televisão sueca, em 2008, o bispo, que é membro da ultra-conservadora Irmandade Pio 10, negou os assassinatos em massa de seis milhões de judeus pelos nazistas, assim como a existência de câmaras de gás em campos de concentração. Por isso, já havia sido condenado em abril de 2010 a pagar uma multa de 100 parcelas diárias de 100 euros, ou seja, 10 mil euros.
Tanto o promotor quanto Williamson recorreram da decisão e, em um novo processo, a acusação havia exigido 12 mil euros de multa (120 parcelas de 100 euros). A juíza Birgit Eisvogel justificou que a atual decisão confirma o veredicto de culpado, declarado em primeira instância, mas por conta da situação financeira do acusado, a multa foi reduzida para 100 parcelas diárias de 65 euros.
Defesa
A defesa pediu a absolvição do bispo, alegando que ele não havia consentido a transmissão da entrevista na Alemanha. Segundo Eisvogel, o bispo deveria saber que a entrevista seria publicada na internet e que, por isso, também estaria disponível na Alemanha. "Sabemos que o acusado é blogueiro", disse, indicando que o religioso estaria familiarizado com a internet.
Além disso, a juíza afirma ser impossível acreditar que o religioso pensava que a televisão sueca não disponibilizaria as declarações polêmicas online. Williamson foi surpreendido pelo entrevistador com a pergunta sobre o Holocausto, mas não hesitou em falar sobre o tema durante seis minutos. "O réu sabia das possíveis consequências", afirma Eisvogel.
Igreja em crise
O caso instaurou uma crise na Igreja Católica, pois justamente na época em que a entrevista do canal sueco com a negação do Holocausto foi transmitida, o Vaticano havia acabado de anular a excomunhão de Williamson e de três outros bispos da irmandade. O Papa, no entanto, não teria tomado conhecimento da entrevista.
Desde o escândalo, Williamson não ocupa mais nenhuma função na irmandade. Ele vive em Londres e dispõe, de acordo com seus advogados, de uma mesada no valor de 300 a 400 euros.
LF/dpa/dapd/afp
Revisão: Carlos Albuquerque
Os novos símbolos nazistas
Cartilha alemã expõe os códigos usados por radicais para veicular discursos de ódio de maneira cifrada
João Loes

SINAIS
Max H8, lido em inglês, significa ódio máximo. Tatuagem que sintetiza o movimento:
14 palavras seguidas do número 88, que representa HH, ou Heil, Hitler.

A luta contra a presença cada vez maior de neonazistas na Europa e no mundo acaba de ganhar uma poderosa aliada. Trata-se da cartilha educativa “Das Versteckspiel”, que em tradução livre significa “escondendo o jogo”. Publicada na Alemanha na última semana, ela revela o significado de 150 códigos usados frequentemente por neonazistas para comunicar, de maneira cifrada, seus discursos de ódio. Valendo-se dessa ferramenta, eles têm conseguido contornar a proibição à apologia do nazismo que vigora nos países que mais sofreram com as barbáries do Terceiro Reich. “Já não é tão fácil reconhecer um neonazista”, afirmou ao jornal alemão “Der Spiegel” o especialista em extremismo de direita Michael Weiss, um dos responsáveis pela cartilha. Com ela, a esperança é facilitar a identificação e a punição dessas pessoas.
Mas a tarefa continuará árdua. As mensagens hoje chegam como números, ícones e até peças de roupa com saudações codificadas a Hitler, invocações de ódio a Israel e de preconceito contra imigrantes (leia quadro). O número 14, por exemplo, frequentemente tatuado ou bordado, faz referência a uma frase com 14 palavras de um dos mestres do neonazismo, o americano David Lane, que diz: nós devemos assegurar a existência de nosso povo e o futuro das crianças brancas. “Procurar referências diretas ao nazismo para tentar coibi-lo ainda é uma boa ferramenta”, explica Adriana Dias, antropóloga do Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação da Universidade de São Paulo (LEER-USP). “Mas muita coisa passa despercebida.”
A antropóloga explica, por exemplo, que só localizou um fórum de discussão neonazista depois de identificar o trecho de uma poesia de Lane em um dos tópicos. “Um trabalho como esse, de reunião dos símbolos usados pelos neonazistas, é uma ferramenta importantíssima”, diz. E o Brasil pode dar sua indesejável contribuição com a inclusão da sigla IH, de Impacto Hooligan. O grupo de radicais atacou quatro moradores de rua em São Paulo, no domingo 3 com socos e pontapés seguidos de gritos de “preto” e “nordestino”. A barbárie, infelizmente, é mundial.

Fonte: AURORA. (Vale a pena assinar. É grátis)
Tenho acompanhado com constância os noticiários sobre a questão israeli-palestina, desde o início deste ano.
Escrevi uma série posts em meu blog. O mais recente, que apresenta uma visão otimista do fim do conflito, é "Oportunidade à nossa frente: vamos adotar Israel e Palestina".
Ao acompanhar e discutir esse tema, um amigo me puxou para um post no portal do Nassif: "A história oculta do sionismo", onde tomei contato, chocado, com um novo tipo de antissemitismo (ou, mais corretamente, antijudaísmo). O caso abaixo, de hoje, é mais um exemplo que se soma, mas em formato de baixaria, a casos de judeus que cutucam em feridas judaicas para justificarem seu antijudaísmo. Comente o que você acha.
EEUU pide dimisión del Relator de la ONU por colgar una caricatura antisemitaEstados Unidos pidió la dimisión del relator de la ONU sobre los Territorios Palestinos, Richard Falk (foto), por publicar en su 'blog' una caricatura antiestadounidense, antiisraelí y antisemita, en la que el jurista afirma que no había reparado y que retiró al poco tiempo de haberla subido al internet. La embajadora de EEUU ante la ONU en Ginebra, Eileen Chamberlain, emitió una declaración en la que rechaza el contenido del dibujo y señala que los comentarios del relator en su 'blog' son "profundamente ofensivos y los condenó en los términos más severos".
La polémica caricatura muestra a un perro que lleva una inscripción que dice "Estados Unidos" y una kipá con una pequeña Estrella de David que guía a una mujer con los ojos vendados que representa a la Justicia.
Falk, profesor emérito de la Universidad de Princenton y que es de origen judío, primero negó que hubiera colgado tal caricatura pero luego admitió confusamente a través de su 'blog' que la subió al internet, alegando que no entendía por qué era ofensiva, pero que como podría ofender a alguien ya la había retirado.
"Aún ahora necesito una lupa para identificar el carácter antisemita del perro. Mi visión, a los 80 años, es bastante buena, pero no lo suficiente. (La kipá) Me parecía un casco y el símbolo más visible que se observa en el perro es la inscripción de USA", explica el relator.
Falk dice ahora que si el verdadero contenido de la imagen hubiese quedado antes en evidencia nunca hubiese sido permitido en una página web de Google.
Sin embargo, las disculpas y explicaciones de Falk con respecto a su actuación no han calmado a Estados Unidos y la embajadora Chamberlain formalizó una protesta de su gobierno ante las Naciones Unidas.
La diplomática recordó que su país ha criticado varias veces la gestión del relator por considerar que su enfoque de la situación en Israel y los territorios palestinos es "tendenciosa y politizada".
Consideró que la conducta del polémico jurista "no aporta nada a los derechos humanos ni contribuye a la paz en la región" y le pidió que abandone el cargo.
El mandato de Falk ha estado marcado en el último medio año por el escándalo que surgió cuando éste -también a través de su 'blog'- se sumó a las teorías conspirativas sobre los atentados terroristas del 11 de septiembre de 2011 en Estados Unidos, insinuando que habían sido orquestado por Washington.
En un hecho excepcional, el secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, condenó las declaraciones de Falk.
Sin embargo, Falk se mantiene atornillado en su cargo en vista de que los relatores de la ONU no dependen de la Secretaría General, sino del Consejo de Derechos Humanos (que cuenta entre sus miembros ilustres a China, Rusia, Cuba , Libia y Arabia Saudita).
Este órgano, formado por 47 Estados, renovó el pasado marzo el mandato de Falk por tres años.
El controvertido jurista es un furioso crítico de Israel al que compara con los nazis y acusa de aplicar "un sistema de apartheid" y "depuración étnica", apreciaciones que provocan la indignación de las organizaciones judías. EFE y Aurora
Guila Flint De Tel Aviv para a BBC Brasil
Segundo as notícias que começaram a veicular neste domingo, um batalhão do Exército israelense foi levado para rezar junto ao Muro das Lamentações, em Jerusalém, após uma operação militar na região da Faixa de Gaza.
A viagem teve como objetivo fazer uma oração de agradecimento por terem saído vivos da ação militar. Um porta-voz do Exército declarou que os soldados "não foram obrigados a rezar".
No entanto, subalternos que falaram à mídia israelense sob condição de anonimato disseram ter tido medo de desobedecer às ordens dos comandantes e participado da cerimônia religiosa contra a própria vontade.
Neste domingo, o ex-chefe do setor de Educação do Exército, general da reserva Nehemia Dagan, disse à radio estatal Kol Israel que os comandantes responsáveis pela decisão de levar o batalhão para a oração devem ser demitidos imediatamente.
A repórter para assuntos militares Carmela Menashe disse que os soldados jovens "não teriam coragem de desobedecer as instruções dos comandantes e todos receberam em mãos o texto da oração".
Para a mãe de um soldado secular que falou com a radio estatal, a mensagem que o Exército passa aos jovens soldados é de que "não importa o que eles façam, pois seu destino está nas mãos de Deus".
Vínculo polêmico
O vínculo entre Exército e religião desperta uma intensa polêmica na sociedade israelense, pois todos os jovens do país, tanto homens como mulheres, são obrigados a prestar serviço militar ao completar 18 anos, à exceção dos jovens árabes-israelenses.
Outro setor do público religioso, os denominados nacionalistas-religiosos, presta serviço militar, mas constitui minoria dentro do Exército.
No entanto, nos últimos anos, soldados nacionalistas-religiosos, com forte motivação ideológica, têm conquistado altas posições de comando em diversas unidades de elite e assim tornam-se mais influentes nas decisões do Exército.
Há poucos dias o chefe do Estado Maior, general Benny Gantz, que é secular, também gerou polêmica ao alterar o texto tradicionalmente lido nas cerimônias anuais em memória dos soldados mortos.
O texto original, que dizia que "o povo de Israel vai sempre lembrar dos soldados que sacrificaram suas vidas", foi alterado para "Deus vai sempre lembrar...".
A alteração provocou protestos na sociedade e Gantz foi acusado de ter contribuído para transformar Israel em um Estado "fundamentalista".
Em decorrência dos protestos, o general resolveu nomear uma comissão militar para discutir a formulação do texto.
Hace pocos días, el ministro de Relaciones Exteriores de Turquía nos advertía que esta vez espera que Israel sea medido y aprenda de la experiencia anterior. Es sabido que todos los días centenares de camiones pasan con alimentos y mercaderías de Israel hacia Gaza. Desde hace unos años, cerrada la frontera con Egipto, se vino realizando un comercio subterráneo, por túneles, con el visto bueno, no oficial de Egipto, de tal magnitud, que pasan autos tractores, cohetes, armamentos, alimentos, etc., a precios especulativos.
Israel, de tanto en tanto, cuando sus servicios se enteran de que están pasando armamentos, los bombardea. Con la revuelta egipcia, el nuevo militar de turno, el general que reemplaza al ex presidente Josni Mubarak, Mohamad Hussain Tantawi, ha reabierto el paso fronterizo entre Egipto y Gaza; dicen que por ahora será sólo de personas y alimentos. Al mismo tiempo, vaya sorpresa, las relaciones de Egipto con Irán han comenzado a mejorar, como si Egipto volviera a ser un país no alineado. Eso sí; aún sigue recibiendo 4.000 millones de dólares de ayuda norteamericana.
También es notable que ahora se revisa el precio del gas que Egipto vende a Israel, y así de seguido, no pasan semanas sin que desde la Franja de Gaza se siga bombardeando con cohetes poblaciones civiles de Israel.
Es bien sabido que Ariel Sharón decidió evacuar Gaza de manera unilateral; dejamos de ser ocupantes y nuestro lugar fue ocupado por Hamás, que desplazó por la fuerza de los votos y de las armas a la OLP. Por ahora el objetivo de Hamás es terminar con Israel, o sea echarnos al mar.
Más aún; ahora han hecho una alianza con la OLP para ser reconocido el pueblo palestino y el territorio que comprende la línea de tregua del año 1967 en el seno de las Naciones Unidas. Agregan un nuevo preparativo: el de enviar 15 barcos con 1.000 pasajeros hacia la Franja de Gaza para estos días, con “ayuda humanitaria”. Así fue proclamado el 30 de mayo último, en una asamblea realizada en Estambul, por la ONG turca IHH.
En la asamblea, que reunió entre 10 y 20.000 personas, todos los slogans eran en contra de Israel. Además de “Dios es grande”, “No hay más divinidades que Dios” o “La Flotilla es nuestro honor”.
Estas líneas son para denunciar una nueva provocación, que se suma a la realizada el Día de la Nakba en la frontera de Siria con Israel, con un saldo de diez muertos. El 5 de junio se preparó algo similar, para recordar otro fracaso de la política del liderazgo palestino: el envío de la nueva Flotilla, la presentación ante la ONU, etc.
Ese camino, el de las provocaciones con derramamiento de sangre, trágica e inútil, no conduce a nada, sólo a empeorar las posibilidades de dialogo. Mas, fortalece las tendencias ultraderechistas y fundamentalistas en Israel, a las que se suman cada día más gente, que ha recibido con complacencia el discurso de Netaniahu en el Congreso de Estados Unidos. Y de manera paralela, fortalece las tendencias del mismo signo en el lado palestino. Este comentario, no deja de tener en cuenta
que las condiciones de vida de los refugiados palestinos en Gaza, por razones históricas, de hacinamiento, de un uso indebido y delictivo de las ayudas internacionales, de una premeditada y consecuente política, del uso de esas condiciones para usarlas con fines políticos y no justamente a favor del pueblo palestino, como decía, las condiciones de vida no son normales, más bien son difíciles, lo cual no tiene nada que ver con la necesidad de ayuda humanitaria, pues con 1.000 bolsas de cemento y todo lo que se proponen llevar esos barcos, sólo alcanzaría para hacer un poco de propaganda.
Está claro y así lo dicen los propios activistas de la “Flotilla Humanitaria”: la finalidad evidentemente es doble, política y romper el bloqueo israelí.
El bloqueo israelí es un hecho. El asunto que los organizadores premeditadamente no mencionan, es el por qué del bloqueo.
La dirección de la Franja de Gaza está en manos de un Gobierno que se propone barrernos del mapa, con ayuda de Irán, Siria y Hizbollah. Para ello se arman y cada tanto, como es de conocimiento de todo el mundo, lanzan cohetes contra poblaciones civiles israelíes.
Por eso es el bloqueo. Nadie con un poco de responsabilidad frente a su pueblo, haría otra cosa que defenderse. Lo mejor que podría hacer la dirigencia palestina, si tiene vocación de construir un Estado, es aceptar ya, sin condiciones, sentarse a la mesa de negociaciones, con lo cual descolocaría las dilaciones del Gobierno israelí y daría lugar al diálogo y no al uso de las provocaciones y la fuerza.
De nuestro lado, para que eso ocurra se pone una gran traba, y es exigir que la dirección palestina declare hoy, ahora, que Israel es el Estado del pueblo judío. Sin esa declaración, estimado lector, acaso usted tiene duda de que el Estado de Israel es sinónimo de Estado del pueblo judío, donde como en todo Estado hay minorías, con sus derechos y a veces con discriminaciones, pero dentro de marcos democráticos y legales.
La Flotilla de 15 barcos no va a pasar, eso lo saben tanto los turcos como los organizadores de la IHH. Israel se reserva el derecho de garantizar sus fronteras, frente a un vecino no pacífico. En todos los territorios ocupados por Israel, donde viven 2,5 millones de árabes palestinos, hay solamente 270.000 desocupados, cifra difundida por la Dirección de Estadísticas de la Autoridad Palestina. Ha crecido el PBI en más del 8% en un año en la Franja de Gaza, la desocupación es muy elevada, no sólo por la ex ocupación israelí, y/o por el bloqueo, sino por la política que aplica Hamás. Pero sus playas están llenas de pletóricos bañistas, que como sabemos no son turistas.
¿Acaso han leído ustedes alguna vez que Hamás haya pedido ayuda humanitaria? Nadie en Gaza se muere de hambre, a nadie le falta asistencia médica elemental, reciben ayuda mundial por centenares de millones de dólares al año. Una buena parte la usan para pagar a los funcionarios, y otra para comprar armamentos, que es parte de su estrategia frente al “enemigo sionista”
Se acercan días complicados. Estas líneas son para aclarar situaciones, dar información no tendenciosa y tomar posiciones claras contra toda provocación y derramamiento de sangre inútil.
Todo lo antedicho no tiene por objeto justificar nuestra presencia militar en las zonas ocupadas, pero tampoco sirve para descuidar nuestra seguridad, tranquilidad y nuestra existencia.
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Judaísimo Secular Humanista
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Ontem foi um dia Muito Especial para o Judaismo Humanista do Paraná. Normalmente programamos os eventos para os finais de semana, mas, devido à visita de um Grande Amigo que já havia estado conosco no mês passado, o Greg Scruggs, norte americano que mora no Rio de Janeiro, resolvemos que faríamos SHAVUOT no meio da semana. E como não poderia ter sido diferente......" FOI MARAVILHOSO!!!".
Pudim de Leite, Pudim de Maria Mole, Canjica, Sagu, Cheesecake, Romeu e Julieta, Frutas e Iogurtes.
Agradecimento Especial à minha Eshet Chayil Célia, que mesmo tendo prova no curso deixou tudo prontinho.
Fizemos um Midrash a exemplo do que se faz na Sinagoga Kol Tzedek, da Filadélfia. Sugerido pelo Greg. Cada um trouxe um pequeno texto, que depois de lido foi amplamente comentado por todos.
O Marcello Siewerdt e a Mel correram atrás do Cheesecake de goiabada que estava delicioso.
OBRIGADO Profª Vanja e Bira, Marcello e Mel, Girolamo,Felipe, Fabricio, Lucas, Marcela, Greg, Célia e Thiaguinho, que além de ter trazido um belo texto discutiu como gente Grande.
Agora, em Shavuot, todos os anos seguintes poderemos dizer: "GREG ESTEVE AQUI E FIZEMOS COMO EM KOL TZEDEK"
SHALOM veOR!
Marcelo Barzilai.
UM BARCO CHEIO DE GENTE ESTAVA NAVEGANDO. UM DOS PASSAGEIROS PEGOU UMA FERRAMENTA AFIADA E COMEÇOU A FAZER UM BURACO EMBAIXO DA SUA CADEIRA. OS OUTROS COMEÇARAM A GRITAR: "O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO ? PARE!". E O HOMEM RESPONDEU: "O QUE INTERESSA À VOCÊS? ESTOU FAZENDO UM BURACO EMBAIXO DA MINHA CADEIRA!". OS OUTROS PASSAGEIROS RESPONDERAM: "SEU TOLO! VOCÊ NÃO PERCEBE QUE FAZENDO UM FURO EMBAIXO DA SUA CADEIRA, VOCÊ VAI AFUNDAR O BARCO E NÓS TODOS IREMOS NOS AFOGAR?". "DA MESMA MANEIRA, DISSE RABI SHIMON, "CADA DECISÃO, CADA ATITUDE QUE TOMAMOS, AFETA NÃO APENAS A NÓS MESMOS, MAS A TODA A HUMANIDADE!".
(Rabi Shimon bar Iochai)
